Quem somos?

O TambaCast é um projeto originário dos confins da floresta amazônica, quando alguns amigos amantes da mídia, resolveram que estava na hora de deixar o lado ouvinte de lado e virar produtores. Com o objetivo de fazer um humor escrachado, natural e muitas vezes pesado, os nortistas malucos decidiram aliar esse lado irreverente com a vontade de mostrar a cultura amazônica para o resto do Brasil. E eis que no dia 31 de março de 2015, é lançado o primeiro episódio do TambaCast. Desde esse dia, a podosfera brasileira mudou. Não por causa da gente, mas deve ter mudado sim.. pelo menos é o que a gente acha.


Equipe:

Olavo Montenegro - Natural de Manaus, host e editor, músico, ex-atleta, economista, filósofo de boteco, semi-humorista e nerd. Gosta de ficar horas ouvindo música e podcasts, não tem domínio algum dessa ferramenta chamada videogame, gosta de animes e da cultura japonesa, mas também não dispensa as produções ocidentais. Gosta de humor pastelão e duvidoso, demora muito para se atualizar nos seriados, mas quando começa a assistir, não para mais. Tem um casal de gatos chamados Cheetara e Jaime Lannister (e sim, ele não tem uma pata), e além de tudo isso, é muito preguiçoso.





Jean Silva - Manauara, arquiteto, podcaster, pai de família (Aaai que delícia!!!), ex-magro, cervejeiro e nerd. Adepto do Deboísmo, gosta muito de filmes, séries e videogames (pena não ter tantos filmes de videogames que prestem… Exceto Mortal Kombat), queria ter dinheiro e espaço para colecionar action figures. Pai de menina, e seu principal hobby hoje é, mostrar para filha todas as coisas boas e maravilhosas do nosso mundo Nerd.







Andrey "Capitão Maromba" Oliveira - Manauara original, casado, bacharel em coisas que você não quer saber, pós-graduado em algo que não te interessa, viciado em tecnologia e entretenimento eletrônico, dependente químico de álcool e música, fazendo parte de um grupo de rap de qualidade duvidosa. Curte emagrecer tanto quanto curte engordar (pesou, no mesmo ano, 93 quilos, depois 74, depois 93 de novo). Nascido em 87, cresceu no Bronx, morou em 17 casas diferentes em Manaus e 2 em Brasília. Não vive sem seus amigos e proteína. Mais grosso que açaí no Ver-o-Peso, só olha o Whatsapp 2 vezes por dia. O Telegram 1 vez por semana.





Lucas Oliveira - Natural do grande estado de Rondônia, eventual podcaster, quase pai de família, gosta de bar, pinga, baralho, sinuca e zona. Ávido leitor, aficionado por história. Cresceu na fazenda, praticou montaria e profundo conhecedor da pecuária. Empresário, gerencia um posto de gasolina da família. Foi jogador de futsal e praticou jiu-jitsu, mas hoje só joga Bomba Patch. Gosta de forró, sertanejo, pagode. Interesse por mulheres promíscuas. Passou por uma estadia de 10 anos na linda Manaus, mas voltou para sua terra afim de contribuir com toda sua expertise. Uma frase: Quando o sol está no céu, já é hora de beber. No mais, uma pessoa normal.





Icaro Robson - Manauara, podcaster, nerd, geek, entusiasta de ciências e conhecimento inútil, colecionador de videogames, quase trílingue e amante dos filmes do Tarantino. Costuma ter um senso de humor ácido e parece rude as vezes, mas tem coração mole e chora nos filmes/séries/animes. Tecnologia costumava ser seu quintal mas tem um tempo que está dedicado às ciências humanas. Não abre mão do hábito de leitura e ocasionais canecas de café.


 


Wladimir Neto - Natural de Manaus, desenvolvedor, pesquisador, escritor, músico, podcaster e mais um monte de outras coisas que faz pela metade. Possui amor incondicional por café, boa cerveja e por computação, sua área de atuação principal. Leitor assíduo de Sci-Fi, Fantasia e Terror, possui uma mini-biblioteca em seu quarto. Gasta a maior parte de suas horas livres jogando ou fingindo que estuda Machine Learning. Escuta quase todo tipo de música, de Guns à Dream Theater, de Lady Gaga à Zé Ramalho. Morou um ano no Canadá onde perdeu várias oportunidades que nunca vão voltar. Atualmente, divide seu tempo entre a escr... entre seu trabalho e o Tambacast.




Natalia Schillreff - Natural dos pampas gaúchos, estudante de direito, obcecada por ciência (e por drag queens) e portadora de um vocabulário questionável, Natalia Schillreff tem 21 anos com cara de 12. Embora seguidora da política do "vamo zuá", esse pingo de gente é pseudointelectual e aprecia moda, poesia, literatura clássica e cinema Cult. Além disso, tem fixação por rock dos anos 80 e hip-hop. Entre seus passatempos prediletos estão: jogar videogame (fodam-se caixistas); assistir animes, filmes e seriados; cantar; organizar tretas; brincar com maquiagem; buscar conhecimento; zoar o Ícaro. Em suma, Nati é a junção de um punhado de coisas diferentes em um corpinho pequeno e cheio de glitter.